O medo da cirurgia é uma das razões mais comuns que faz pacientes adiarem o tratamento ortopédico. Mas a verdade é que a maioria das condições resolve sem operar — e quando a cirurgia é indicada, ela é a melhor escolha.
A ortopedia moderna prefere não operar
A evolução da ortopedia nas últimas décadas caminhou em direção ao tratamento conservador sempre que possível. Fisioterapia, infiltração, ondas de choque, medicação e mudança de hábitos resolvem a grande maioria dos casos sem bisturi.
A cirurgia é uma ferramenta poderosa — mas reservada para quando o tratamento conservador falha, quando há dano estrutural que só pode ser corrigido cirurgicamente, ou quando a demora em operar representa risco de piora irreversível.
Quando NÃO operar vs. quando operar
- Hérnia de disco sem perda neurológica
- Artrose leve a moderada
- Bursite e tendinite
- Fascite plantar
- Lesão de menisco parcial
- Lombalgia aguda ou crônica
- Ombro congelado em fase inicial
- Entorse de tornozelo graus 1 e 2
- Fratura instável ou desviada
- Ruptura completa do manguito rotador
- Ruptura do LCA com instabilidade
- Hérnia com perda de força ou controle esfincteriano
- Artrose avançada com dor incapacitante
- Joanete com deformidade grave
- Instabilidade recorrente do ombro
- Fratura de quadril em idosos
Por especialidade: quando a cirurgia entra?
Opera: ruptura completa do LCA com instabilidade, lesão de menisco com travamento, artrose avançada (prótese), fratura articular.
Opera: hérnia com déficit motor (fraqueza ou perda de controle esfincteriano), estenose grave, instabilidade vertebral, deformidade progressiva.
Opera: ruptura completa do manguito rotador, instabilidade recorrente (luxações de repetição), conflito grave que não responde ao tratamento.
Opera: fratura (urgência em idosos), necrose da cabeça do fêmur, artrose avançada (prótese total), conflito femoroacetabular grave.
Opera: túnel do carpo grave com perda de força, dedo em gatilho resistente a infiltração, fratura desviada, cisto sinovial sintomático, joanete.
A cirurgia é considerada quando: (1) o tratamento conservador falhou após tempo adequado, (2) há dano estrutural que só pode ser corrigido cirurgicamente, ou (3) aguardar representa risco de sequela permanente. Nunca é a primeira opção — exceto em emergências.
O que esperar da cirurgia ortopédica na COTAG
Quando a cirurgia é indicada, nossa equipe garante:
- Avaliação pré-operatória completa — exames, risco cirúrgico e orientações
- Técnicas minimamente invasivas sempre que possível — artroscopia, pequenas incisões
- Realização com convênio — verificamos cobertura do seu plano
- Fisioterapia pós-operatória na própria clínica para recuperação completa
- Acompanhamento até a alta — retornos e controle do resultado
Na COTAG, nossos ortopedistas avaliam seu caso e indicam o tratamento certo — conservador ou cirúrgico. +50 planos aceitos em Taguatinga Norte.
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